São dois produtos parecidos com nomes parecidos — mas a escolha errada pode custar dezenas de milhares de reais em impostos. Vamos explicar de forma definitiva.
PGBL: você deduz as contribuições do IR agora, mas paga IR sobre tudo no resgate (principal + rendimentos).
VGBL: você não deduz nada agora, mas paga IR apenas sobre os rendimentos no resgate.
Parece simples. Mas as implicações são profundas — e a escolha errada pode custar dezenas de milhares de reais.
Regra de ouro: PGBL é para quem faz declaração completa do IR. VGBL é para quem faz declaração simplificada ou já atingiu o limite de dedução. Se você usa os dois errado, paga imposto duplo.
O PGBL permite deduzir até 12% da renda bruta tributável por ano. Para quem está na faixa de 27,5% de IR, isso representa uma economia imediata de 27,5% sobre cada real contribuído.
Exemplo: renda bruta de R$ 20.000/mês = R$ 240.000/ano. 12% = R$ 28.800 dedutíveis. Economia de IR no ano: R$ 28.800 × 27,5% = R$ 7.920/ano. São R$ 660/mês que o governo te "devolve" via IR — e ficam investidos rendendo.
O VGBL não oferece dedução imediata. Mas no resgate, o IR incide apenas sobre os rendimentos — não sobre o capital investido. Isso o torna muito mais eficiente para quem não se beneficia da dedução do PGBL.
Independente de ser PGBL ou VGBL, o imposto no resgate pode ser muito menor do que na renda fixa comum — graças à tabela regressiva:
Para horizontes longos, previdência com tabela regressiva é um dos investimentos mais eficientes do ponto de vista tributário no Brasil.
Se você usa PGBL mas faz declaração simplificada, não aproveita a dedução — mas ainda paga IR sobre o principal no resgate. Você literalmente paga imposto duas vezes.
Esse é o erro mais comum e mais caro. Uma consulta de 30 minutos com um planejador financeiro independente pode evitar anos de imposto desnecessário.
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