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Consigo 1% ao mês
investindo com segurança?

Essa é a meta que todo investidor tem em mente. Mas o que está por trás desse número — e o que você precisa entregar em risco para buscá-lo — é o que poucos explicam.

De onde vem a obsessão com 1% ao mês

Durante anos, o Brasil conviveu com taxas de juros altíssimas. Era comum encontrar produtos de renda fixa entregando 1% ou mais ao mês sem nenhum risco relevante. Esse referencial ficou gravado na memória coletiva dos investidores brasileiros.

O problema: o cenário mudou. Com a Selic atual, 1% ao mês significa buscar retornos de cerca de 12,7% ao ano — o que ainda é atingível, mas exige clareza sobre onde e como.

1% ao mês = 12,68% ao ano. Com a Selic em torno de 13-14% a.a., é possível encontrar produtos de renda fixa que se aproximam disso. Mas quando a Selic cair, esse retorno some — e quem não planejou buscará mais risco para compensar.

O que realmente entrega próximo de 1% ao mês

Renda fixa de curto prazo (com risco baixo)

CDBs de bancos médios, LCIs e LCAs chegam a 115-120% do CDI. Com o CDI atual, isso se aproxima de 1% ao mês. O risco é o banco emissor — coberto pelo FGC até R$ 250.000 por CPF por instituição.

Fundos de crédito privado

Fundos que investem em debêntures e CRIs de empresas conseguem retornos próximos ou superiores a 1% ao mês, mas com risco de crédito — a empresa emissora pode não pagar.

FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário)

Alguns FIIs de tijolo ou papel distribuem dividendos mensais que, somados à valorização, resultam em retornos próximos a 1% ao mês. Mas o preço das cotas oscila — não é renda fixa.

Ações e fundos multimercado

Podem entregar muito mais ou muito menos que 1% ao mês. Em anos bons, 2-3x mais. Em anos ruins, menos zero. Não são instrumentos para quem busca previsibilidade.

12,7%
Ao ano — o que 1% ao mês representa
R$ 250k
Limite de garantia do FGC por banco
4% a.a.
Retorno real (acima da inflação) considerado sólido

O erro que a maioria comete ao buscar rentabilidade

A busca por 1% ao mês faz as pessoas tomarem mais risco do que percebem — e menos do que deveriam em outras áreas. Os erros mais comuns:

A pergunta certa não é "consigo 1% ao mês?"

A pergunta certa é: "qual retorno real (acima da inflação) preciso para atingir meu objetivo no prazo que defini — e que risco estou disposto a aceitar para isso?"

Um planejamento financeiro bem feito não parte da rentabilidade. Parte do objetivo, do prazo e do perfil — e a carteira é construída de trás para frente. Esse é o trabalho que fazemos na Safe Fin.

Sua carteira está trabalhando pelo seu objetivo?

Analisamos sua situação atual e mostramos como estruturar seus investimentos de forma inteligente — sem prometer 1% ao mês, mas com clareza sobre o que é possível.

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Resumo: o que você precisa saber